No dia seguinte, no escritório, o som dos passos apressados no mármore e o tilintar do elevador se misturavam ao clique insistente das canetas que Glória espalhava sobre o balcão.
Ao lado dela, Elize equilibrava uma prancheta e algumas pastas, revisando alguns detalhes do cronograma do casamento.
— Não me leve a mal, querida, mas eu ainda acho que você devia ter escolhido as tulipas — resmungou Glória, ajustando os óculos no rosto. — Rosas vermelhas são lindas, claro, mas simbolizam paixão. Cas