A porta de ferro se abriu com um rangido grave. Arthur esperava de pé, com as mãos nos bolsos da calça social, o rosto sério, mas o olhar treinado para parecer calmo.
Do outro lado, João Vicentini entrou com um leve sorriso torto no rosto — o tipo de sorriso que não sabia se era ameaça ou ironia.
— Ora, ora. Arthur Villamar. — Ele puxou a cadeira com um gesto lento. — Já não basta seu pai, agora o filho resolveu me visitar também?
Arthur não respondeu de imediato. Esperou que ele sentasse