Alguns minutos se passaram e Elize, vencida pelo cansaço, adormeceu no colo de Henrique.
Ele continuava ali, em silêncio, fazendo carinho no cabelo dela com uma das mãos, enquanto a outra segurava o celular, mas sem realmente prestar atenção em nada. Só observava aquele momento raro de tranquilidade.
Uma batida suave na porta o fez levantar os olhos. Ele respondeu com a voz baixa, para não acordá-la:
— Pode entrar.
Arthur entrou com a cabeça já meio virada pra cena e uma sobrancelha arqueada.
—