A porta de vidro ainda nem tinha fechado e Elize já avançava pelo corredor da emergência com os olhos arregalados e o coração na garganta.
— Meu sobrinho! Gael... ele caiu, quebrou o braço… ele tá com a mãe dele! — disparou para a atendente, ofegante.
Henrique teve que acelerar o passo pra acompanhar.
Nunca tinha visto Elize daquele jeito. Nem mesmo nos piores dias do escritório.
Ela tremia. Literalmente tremia. E a voz, firme por fora, tinha um traço de desespero por dentro que era impossí