Elize ainda tava meio zonza, os olhos perdidos no teto da sala dele. A respiração começando a voltar ao normal.
Arthur continuava ali, sentado perto dela, mas quieto, respeitando o tempo dela.
— Você devia parar de visitar o Gael por um tempo — ele soltou, do nada, mas com aquele tom firme de quem não tava sugerindo à toa.
Ela virou o rosto na hora, como se tivesse levado um tapa.
— O quê?
— Escuta… se tiver alguém te seguindo, vigiando seus passos… Eles vão acabar achando ele. A tua