Elize encarou a mensagem por alguns segundos, com um sorriso discreto se formando nos lábios.
Pegou o celular e digitou com a calma de quem sabia exatamente o efeito que causaria:
“Infelizmente, não. Estarei ocupada nos próximos 30 minutos organizando a sala de arquivos. Espero que o senhor entenda.”
A mensagem foi entregue. Visualizada.
Nenhuma resposta.
Mas ela sabia. Sabia que ele estava sorrindo do outro lado da porta.
E que, muito provavelmente, contaria os minutos com ela.