Na manhã seguinte, o cheiro da tensão já estava impregnado na casa antes mesmo de o sol nascer. Você acordou antes de mim, se vestiu em silêncio e passou o café sozinho na cozinha. Quando desci as escadas, ainda de camisola, você estava em pé, com o celular preso entre o ombro e o queixo, falando em turco com voz baixa, enquanto passava os dedos por um mapa aberto sobre a mesa.
— Istasyon Caddesi… sim. Eles vão passar por ali. Coloque dois homens no telhado da barbearia. — Você pausou, me viu,