O sangue seco nas mãos de Mehmet já havia sido lavado, mas a imagem dele de joelhos, com o olhar escuro e a respiração pesada, continuava presa nos meus olhos. Quando ele voltou daquele confronto com Barış, havia algo diferente nele. Não era apenas cansaço. Era como se algo dentro dele tivesse morrido, ou talvez algo tivesse nascido. Um monstro mais frio, mais letal, mais disposto a tudo.
Eu o sentei no sofá do novo esconderijo — uma casa modesta no subúrbio de Batumi, de fachada descascada e j