— E então? — Diogo insistiu, enquanto eu ainda tentava pensar. Eu não tinha uma resposta que fizesse sentido.
— Que interrogatório é esse? Você virou policial agora?
— Quero saber, mãe. Vi o carro velho em que ele chegou e o carrão de luxo que veio buscá-lo. Que história é essa?
Senti o calor subir pelo pescoço.
— Ele é um contato do trabalho — tentei. As palavras soaram vazias.
— Um contato? Tipo um cliente? É seu chefe? — Diogo perguntou.
— Não exatamente.
— Um amigo, então? Ou… Você nã