No dia seguinte, as chaves do sedã azul estavam sobre a mesa — um desafio silencioso. Diogo já estava de pé, preparando café. Um pouco queimado. Mas bebi mesmo assim.
— Vai aceitar o trabalho? — ele perguntou.
— Vou — respondi. — Quer dizer… o churrasco estava bom, não estava?
— Tava… Mas você sabe o que está fazendo?
Respirei fundo. Acho que eu tinha uma ideia aproximada.
— Não se preocupe, filho. Se a coisa ficar estranha, eu caio fora.
— Melhor. Jantar de graça não existe.
— É… jantar