Ana
A semana passou como um trem desgovernado. Trabalho, café, almoço correndo, relatórios, ideias, revisão, café de novo e, no meio de tudo isso, eu tentando não ficar olhando o celular de cinco em cinco minutos esperando uma mensagem do Lex.
Ele dizia “me desculpa, semana que vem vai dar”, eu dizia “tudo bem”, mas por dentro eu já tava começando a me acostumar com uma sensação bem chata:
Promessas vazias doem mais do que brigas.
Na sexta-feira, no final do expediente, eu tava guardando minha