O carro avançava pelas ruas silenciosas da cidade, enquanto o sol da tarde filtrava-se pelas janelas, projetando sombras suaves sobre os rostos tensos no banco traseiro. Matteo estava ao lado de Isabelle, com o corpo inclinado levemente em direção a ela. As mãos dele, grandes e firmes, seguravam as dela com força contida — não a machucava, mas era impossível ignorar o traço possessivo daquele toque.
Isabelle sentia o calor das palmas dele em sua pele, o pulso forte, os dedos que se entrelaçavam