O relógio marcava pouco mais de nove horas da manhã quando Isabelle acordou sozinha na cama macia do hotel em Dubai. A luz suave filtrava-se pelas cortinas de linho, tocando seu corpo nu com delicadeza, como se até o sol quisesse reverenciá-la depois da noite que tivera.
Levantou-se devagar, os músculos ainda relaxados, o corpo ainda marcado pelo desejo satisfeito. Caminhou até o banheiro, abriu a torneira da banheira e deixou a água quente encher lentamente o espaço. Enquanto o vapor preenchia