O relógio mal marcava cinco da manhã quando Matteo abriu os olhos, despertando com o mesmo incômodo que o consumia desde que adormecera: o peso do que acabara de viver com Isabelle.
Ele se sentou devagar na beira da cama, passou as mãos pelo rosto, tentando afastar o turbilhão de pensamentos. Virou-se de leve… e lá estava ela.
Dormia profundamente, o corpo nu estendido sobre os lençóis brancos como uma pintura viva. Os cabelos negros espalhados pelo travesseiro, os lábios entreabertos, o seio e