Anyelle
A viagem de volta foi um silêncio carregado de raiva. Eu o olhava de soslaio, ele mantinha os olhos fixos na estrada, as mãos apertando o volante. Quando chegamos em casa, ele abriu a porta do carro e me puxou para dentro sem dizer uma palavra. Ele me empurrou para o quarto e trancou a porta.
— O que pensa que estava fazendo lá, Anyelle? — Sua voz estava baixa, mas tremia de fúria contida.
— Eu estava me divertindo! — Gritei de volta, desafiadora.
— Você não tem direito de me enverg