A manhã seguia tranquila no décimo andar.
Reunião de alinhamento, apresentações, relatórios…
Tudo dentro da normalidade corporativa — até a porta de vidro abrir e a energia da sala mudar sem aviso.
Ele entrou.
Vicente Salazar.
Alto, porte elegante, terno impecável que não parecia dizer “riqueza”, mas sim “gosto raro”.
O tipo de homem que não precisava erguer a voz para ocupar espaço — o silêncio fazia isso por ele.
A equipe murmurou baixo.
Afinal, Vicente era mais do que um franqueado:
era um d