Eles caminhavam pelo estacionamento externo do restaurante, lado a lado, as mãos entrelaçadas com naturalidade. Não havia pressa. Nem sombra. Só um clima leve, quase quente, daquele tipo que só existe quando duas pessoas finalmente param de se machucar e começam a se escolher.
Rafael apertou a mão dela de leve.
— Eu ainda não acredito que você disse sim. — murmurou, com um sorriso que parecia de adolescente apaixonado.
Lívia riu.
— Eu disse sim, mas não disse “sim pra bagunça”.
Disse sim pra ge