Era outono outra vez.
As folhas caíam no jardim lateral da editora como se o tempo tivesse feito um círculo completo.
Aurora caminhava entre as mesas da nova sede — mais ampla, mais organizada, mas ainda com cheiro de papel novo e ideias em fermentação.
A Constela agora tinha duas salas de leitura, uma pequena gráfica própria e uma estante chamada “Rascunhos que ainda respiram”, com textos em processo, sem pressa de se tornarem livro.
As paredes estavam forradas de recortes, bilhetes, cartas, p