A Constela Editora crescia como uma planta teimosa entre rachaduras. Cada novo autor publicado era uma raiz se espalhando por baixo do concreto da indústria tradicional. Aurora e Davi, mesmo sem experiência no mercado editorial, estavam determinados a manter a essência que os fez começar.
E foi assim que, entre dezenas de textos enviados, uma história em especial caiu nas mãos de Aurora e a fez perder o sono.
O autor assinava como Lian M. e enviara um original chamado “Gente Que Fica Pela Metad