O lançamento de Gente Que Fica Pela Metade foi um marco para a Constela Editora.
A capa minimalista — só o título em vermelho sobre fundo cinza e uma rachadura em forma de coração no centro — chamou atenção desde a primeira postagem. Não era um livro de amor, mas também não era um livro de dor comum. Era um grito. Um pedido de socorro transformado em literatura.
E Lian se tornara, de repente, o novo rosto da juventude quebrada.
As redes sociais o abraçaram. Vídeos de trechos do livro circulavam