As manhãs se tornaram mais suaves. Já não acordava sobressaltada, embora ainda houvesse cansaço em meus olhos. Yves, com seus quase quatro meses, acordava antes das sete, balbuciando sons como se conversasse com o quarto. Eu gostava desses minutos: o mundo ainda calmo, a respiração do bebê aquecendo o dia.
Preparava a mamadeira com uma das mãos, enquanto a outra já equilibrava o celular entre mensagens não respondidas e contas programadas. O silêncio de Milles começava a pesar mais do que eu ad