Na manhã seguinte, despertei antes do despertador. Yves ainda dormia, a respiração calma enchendo o quarto com uma paz frágil. O sol entrava em listras pela persiana mal fechada, e a cidade começava a respirar do lado de fora. Mas dentro de mim, algo se movia com mais intensidade do que o habitual.
Caminhei até o banheiro e acendi a luz. Ainda sonolenta, abaixei-me para lavar o rosto. Quando ergui o olhar, meus olhos me encararam de volta no espelho — os próprios, mas... não exatamente.
Havia a