O som calmo da manhã preenchia o apartamento. Aproveitei os poucos minutos de silêncio enquanto a chaleira apitava suavemente e o café tomava conta do ar. No berço, Yves dormia tranquilo, com a respiração ritmada e os punhos fechados junto ao rosto.
Observei a cena com carinho — uma ternura silenciosa, quase tímida. Nunca imaginei estar ali, cuidando de um bebê, mas a rotina havia se transformado, e com ela, o vínculo também. Ainda era tudo novo, frágil, como um fio de seda que eu temia puxar c