Dois dias. Dois dias sem nenhuma mensagem.
Sophia olhou o chat fixado no topo: Luna Ferreira. A última conversa era de segunda, um emoji de risada e um “boa noite” após um comentário bobo sobre o café da firma. Desde então: vazio.
Ela havia tentado iniciar duas vezes. Um “você tá bem?” e depois, mais tarde, “precisa de alguma coisa?”. Nenhuma resposta. Visualizado. Mas ignorado.
Sentia-se ridícula. Uma mulher feita, vice-diretora de uma empresa, orbitando emocionalmente uma garota que prova