Gabriel tinha seu próprio carro, um modelo elegante e discreto, estacionado bem em frente ao aeroporto. Ele abriu a porta para que eu entrasse, um gesto que achei muito gentil e atencioso da parte dele, algo que Rafael sempre fazia. Então, ele dirigiu em um silêncio confortável, apenas o suave ronronar do motor nos acompanhando, até a pousada encantadora em que eu iria ficar. Eu sentia um certo desconforto, mas não era ruim, não era ameaçador. Era um desconforto diferente, a novidade de estar a