Melina acordou com a sensação incômoda de que algo estava errado.
Não era um pensamento claro, nem um pressentimento específico. Era um peso no peito, como se o corpo tivesse entendido antes da mente que a distância não estava trazendo a paz prometida.
Levantou-se cedo demais, abriu a cortina do hotel e deixou a luz entrar. O dia estava bonito. Céu limpo, quase irônico. Ela se apoiou na janela e respirou fundo, tentando ignorar a pergunta que insistia em voltar.
E se ir embora não tivesse sido