Melina acordou com a sensação de que havia algo errado antes mesmo de abrir os olhos.
Não era um pressentimento claro. Era um peso discreto no peito, como se o corpo tivesse entendido algo que a mente ainda se recusava a aceitar. A conversa da noite anterior voltava em fragmentos: o olhar de Diogo, a presença de Helena, a palavra que ecoava sem ter sido dita em voz alta.
Amor.
Ela se levantou tentando afastar o pensamento. Preparou o café, respondeu alguns e-mails, forçou uma normalidade que nã