Jonas se congelou por um instante.
O som tinha vindo do quarto ao lado — não o que ele já havia vasculhado, mas outro, cuja porta estava entreaberta, como se alguém tivesse acabado de passar por ela. A luz fraca da tarde, filtrada pela neblina densa lá fora, mal chegava até ali.
Com o coração acelerado, ele pegou um dos potes de vidro — o mais pesado — e foi em silêncio até a porta.
Empurrou devagar.
O cômodo estava escuro, mas não completamente. Havia um abajur antigo ligado, oscilando uma luz