Jonas sentou-se no chão do apartamento, o caderno de anotações ainda aberto ao lado.
Enquanto passava os dedos sobre o colar encontrado, uma lembrança antiga emergiu, quase como um sussurro vindo do fundo do tempo.
“Você vai ver, Jonas… ele vai parar de nos perseguir.”
A voz era infantil, com um tom determinado.
Ele se viu de volta à escola, aos seus dez, talvez onze anos.
Estava com Letícia, uma amiga de infância que sempre tivera uma imaginação fértil — ou talvez apenas visse mais do que os o