Jonas olhou para a mesa, os objetos alinhados diante dele. O ritual original exigia o nome completo, o papel certo, a tinta azul — tudo pronto.
Mas faltava a coisa mais importante: a intenção.
A lembrança da vizinha no chão do corredor, com os olhos opacos e a boca sussurrando como se estivesse presa dentro de si mesma, voltou com força. Talvez não houvesse tempo para esperar por respostas. Talvez ele tivesse que arriscar.
“E se eu fizer o ritual ao contrário? E se, em vez de selar um nome