Narrado por Bruna
Era por volta das 23:30 quando o telefone do JP começou a tocar incessantemente. Já estávamos deitados, prontos para descansar, após um dia exaustivo. O corpo pedia descanso, o cansaço me dominava.
Ele se levanta, pega o telefone e começa a ouvir a outra pessoa do outro lado da linha. A cada palavra, vejo seu rosto ficando pálido. Não sei o que está acontecendo, mas um pressentimento ruim começa a me consumir. Ele desliga o telefone e, em questão de minutos, alguém bate à nos