Eu estava deitada, o corpo exausto, mas a mente agitada demais para descansar. Eu tinha perdido a conta de quantas vezes tentei dormir, virando-me de um lado para o outro, o rosto enterrado no travesseiro. Dylan. O homem que vi no corredor… o homem que era quase um reflexo dele. Não podia ser ele. Mas eu não conseguia afastar aquele pensamento. Não conseguia aceitar o fato de que, de alguma forma, ele havia voltado, ou que havia algo de muito errado acontecendo.
A escuridão do quarto parecia me