Eu o observava com uma intensidade que nem sabia que possuía, como se os meus olhos fossem as únicas coisas que podiam desvendá-lo. O homem diante de mim, que tinha a aparência de Dylan, mas não era, me desafiava a acreditar em algo que ainda não conseguia entender. Ele estava ali, em silêncio, focado nas flechas que segurava, mas algo em sua postura me dizia que ele sabia que eu o observava. E, de algum jeito, ele não parecia desconfortável com isso.
Não pude evitar o impulso de me aproximar m