Eu estava deitada na cama, encarando o teto abobadado do meu quarto. O lustre balançava levemente com a brisa que entrava pela janela entreaberta, lançando sombras suaves pelas paredes de pedra.
Minha mente não parava.
O rosto dele.
Os olhos, a estrutura do maxilar, o jeito como ele me olhou com confusão.
Era Dylan. Tinha que ser.
Mas não era.
Minhas mãos tremiam ao lembrar de sua voz, mais grave, diferente. Do cheiro, estranho, sem nenhuma lembrança do homem que eu amava. Da ausência da marca