A mansão Ravelli parecia mais clara, não apenas pela luz que entrava generosa pelas janelas altas da sala principal, mas pela atmosfera diferente, quase leve, que se espalhava pelo ambiente. Luce corria de um lado para o outro, mostrando desenhos para Giulietta, enquanto Paolo permanecia sentado ao meu lado no sofá, atento a cada palavra que eu dizia, como se o tempo tivesse aprendido a andar mais devagar ali dentro.
Ele já não era o mesmo homem rígido e distante que conheci no passado.
Havia a