A água quente continuava caindo quando levei as mãos até ele, devagar, sem pressa, como se aquele momento fosse só nosso e o mundo inteiro tivesse aprendido a esperar. Abri os botões da camisa molhada um por um, sentindo o tecido escorregar dos meus dedos até revelar o peito largo, marcado, firme, aquele peitoral que sempre me fez esquecer qualquer linha de raciocínio.
Passei a palma da mão pelo tórax dele, sentindo o calor da pele, o músculo sob meus dedos, a respiração dele mudar no mesmo instante.
“Você fica ainda mais bonito assim… cansado e real. Tão lindo e gostoso.”
ETHAN: Abelhinha…
Ele fechou os olhos por um segundo, como se estivesse absorvendo cada palavra. Quando puxei a camisa para fora dos ombros dele, deixei meus dedos deslizarem lentamente pelo peito, pelo abdômen, sentindo o corpo que sempre foi força, mas que comigo se permite vulnerável.
ETHAN: Você faz isso parecer perigoso.
Sorri, puxando-o mais para perto da água. Peguei o sabonete e comecei a lavá-lo