Ella…
Chegar em casa depois da festa foi como atravessar um campo minado feito de balões murchos, presentes abertos pela metade e restos de bolo estrategicamente espalhados pelo caminho. O silêncio durou exatamente vinte e três segundos, o tempo de fecharmos a porta.
Depois disso, o caos acordou junto com os trigêmeos.
Giulia começou primeiro, um choro fino e indignado, daqueles que parecem uma reclamação formal. Melissa veio logo em seguida, ofendida com a própria existência. Felippo demorou mais três segundos, só para garantir que o coro ficasse completo.
ETHAN: Eles estavam dormindo…Todos os três. Perfeitamente dormindo.
“E você acreditou que isso ia durar?”
Ele me olhou com aquela expressão de homem traído pela própria esperança.
ETHAN: Eu só achei que… depois da festa…
“Amor, eles são bebês. Não negociam com lógica.”
Antes que pudéssemos nos mover, Luce passou correndo pela sala, rindo alto, o cabelo todo bagunçado e o pijama torto.
LUCE: Eles estão gritandooooo!
Ela c