Na manhã seguinte…
Acordei e, por um segundo, pensei que tinha sonhado com tudo. A confusão do dia anterior, o jantar, o banho, as promessas… Mas bastou esticar a mão e encontrar o lado dela da cama vazio para entender o pesadelo, ou melhor, a tempestade Fontana já estava em curso.
Levantei, ainda meio zonzo, e percebi que a casa estava barulhenta. Vozes, passos apressados, o som das malas batendo contra o chão. Aquilo parecia mais uma operação militar do que uma manhã normal.
Desci os degraus