A madrugada estava mergulhada em silêncio, mas na mansão Castro nada parecia tranquilo. Eduardo ainda estava acordado, andando de um lado a outro no escritório. Havia algo no ar, uma sensação de perigo que não o deixava descansar.
No quarto ao lado, Elisa despertou de repente, sem entender por quê. O coração batia acelerado. Ela se levantou, foi até o berço dos gêmeos e acariciou as mãozinhas deles. Uma pontada de medo tomou conta de seu peito, como se uma ameaça invisível rondasse a casa.
Foi