Eduardo desembarcou em Paris sob o pretexto de uma reunião com investidores europeus, mas a verdadeira razão do voo era outra: Clara Vianna.
Ele precisava vê-la com os próprios olhos. Ouvir sua voz. Ter certeza do que seu coração já começava a sussurrar:
Elisa estava viva.
Mais do que isso ... estava brilhando, sem ele.
Fez o que podia: ligou para a produção do espetáculo, tentou contato com a assessoria, foi até o teatro em que ela se apresentaria.
Mas chegou tarde.
A senhorita Clara j