O som insistente do celular ecoou pela sala ainda silenciosa. Laura se remexeu no sofá, incomodada, até finalmente abrir os olhos. A luz da manhã entrava pelas frestas da cortina, anunciando que já não era tão cedo quanto seu corpo cansado gostaria.
O celular continuava vibrando sobre a mesa de centro.
— Meu Deus… — murmurou, sentando-se devagar.
Ela reconheceu o aparelho imediatamente. Era o celular de Helena. O nome que piscava na tela desapareceu no instante em que Laura estendeu a mão.
Cham