A chuva tinha parado há pouco quando o carro de Arthur parou em frente ao prédio de Helena. O brilho molhado do asfalto refletia as luzes da rua, criando uma atmosfera estranhamente quieta, como se o mundo estivesse em suspensão. Helena estava encolhida no banco do passageiro, os olhos semicerrados, a respiração irregular. Arthur estacionou com cuidado, desligou o motor e ficou alguns segundos observando-a, o coração ainda acelerado pelo que havia acontecido no bar.
Ele saiu do carro e deu a vo