Isabela
Meus olhos se enchem de lágrimas lentamente quando percebo que estou de volta ao meu quadrado. Ele me encara com uma expressão sombria, e um pressentimento gélido percorre minha espinha. Talvez essa seja a última vez que o veja. Sua camisa branca, agora suja de comida e barro, está encharcada e grudada ao seu corpo, realçando seus músculos definidos. Seus olhos verdes intensos me estudam, e, mesmo em meio ao caos, não posso negar: esse homem é lindo.
— Dante, o que vai fazer? — pergunto