Leleco já era.
Antes que ele se vire para mim o celular dele toca. Ele então me encara e atende o celular sem desviar os olhos de mim, sua expressão fechada, o cenho franzido como se já soubesse que as notícias não serão boas.
— Fala, Ronilson. — Sua voz sai tensa, carregada de um peso sombrio.
Eu observo, sentindo meu coração acelerar com a vibração quase palpável no ar. Algo me diz que o que quer que esteja acontecendo, vai piorar ainda mais a situação dele. E, por consequência, a minha.
Do outro lado da lin