A viagem até a mansão foi silenciosa. O som constante do motor misturava-se à respiração contida de Valentina. Do lado de fora, a estrada era engolida por árvores e névoa.
Quando o portão se abriu, ela percebeu que o lugar não era apenas um esconderijo — era um império isolado. A casa antiga, de pedra e vidro, ergui-se sob a luz fria da manhã como um castelo moderno. Nenhum vizinho. Nenhum som além do vento.
Dominic saiu primeiro, os passos firmes ressoando no pátio de mármore.
— Bem-vinda