Dois anos depois.
O mundo não se reconstruiu da noite para o dia.
Mas ele recomeçou.
Aqueles que sobreviveram à guerra contra as réplicas voltaram a caminhar pelas ruas, a plantar, a escrever, a construir novas cidades — não com concreto, mas com diálogo.
Não havia mais governo central.
Não havia mais zona neutra.
Havia pessoas.
E esperança.
No extremo sul da antiga fronteira digital, uma escola havia sido construída sobre os escombros de uma torre de comando do antigo sistema.
As crianças apre