Leonardo permaneceu em silêncio por alguns instantes. As palavras que Helena acabara de dizer pareciam ter congelado o tempo ao redor deles.
— Duarte... é seu pai? — ele repetiu, como se seu cérebro precisasse confirmar o absurdo.
Helena ainda segurava a carta, as mãos trêmulas. — Minha mãe tentou me proteger dele. Mas ele... ele sempre soube. Sempre esteve por perto, manipulando tudo. Ele usou a Isadora, o Gabriel, até o meu pai adotivo. Essa guerra nunca foi só sobre negócios, Leo. Foi pessoa