A manhã seguinte à inauguração da Casa da Palavra trouxe não apenas resquícios de tinta ainda fresca nas paredes, mas também uma sensação palpável de expectativa. A cidade havia testemunhado um nascimento e, como todo recém-nascido, a Casa precisava ser cuidada, alimentada, protegida. A notícia do sarau inaugural espalhara-se rápido: rádios locais falavam do evento, jornais regionais estampavam fotografias das crianças lendo poemas e da rampa decorada com flores improvisadas.
Mas junto com a vi