O tempo passara rápido desde a noite do sarau. A repercussão ecoava ainda em rádios, jornais e redes sociais, mas Isadora sabia que aquele capítulo precisava ser encerrado. A Casa da Palavra tinha cumprido sua função: fora abrigo, resistência e celebração. Agora, ela não queria mais que sua vida fosse reduzida a esse espaço coletivo. A história precisava seguir por outros caminhos, e ela precisava reencontrar sua própria rota.
Nos dias seguintes, as portas da livraria continuaram abertas, mas o