Capítulo 15

Dante

A raiva borbulhava em meu peito como um vulcão prestes a erupcionar, cada passo que eu dava pelas escadas da mansão ecoando como um trovão no silêncio da noite. Como ela ousava? Emma, com seus olhos castanhos flamejantes e sua língua afiada, me tratando como se eu fosse um sequestrador comum, um homem sem honra, quando tudo o que eu fizera era salvá-la de um destino pior. O jantar fora uma humilhação — ela me provocando sobre prostitutas, acusando-me de sequestro, saindo da mesa como se e
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